
“Lydia Okumura, Dentro o que Existe Fora”, individual da artista na Galeria Jaqueline Martins, São Paulo, até 11/3
Brasileira radicada em Nova York, Lydia Okumura atua como pintora, escultora e artista multimídia. Sua obra já esteve em diversas edições da Bienal de São Paulo e museus como o Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca. Para aqueles que quiserem rever a produção da artista, a galeria Jaqueline Martins apresenta uma retrospectiva. A exposição ocupa todo o segundo andar, com instalações, obras em papel, desenhos e projetos originalmente apresentados nas décadas de 1970 e 1980. Posteriormente, a mostra itinerantes segue para o Texas e Nova York, nos EUA.

“Zona Maco”, feira de arte contemporânea no Centro Citibanamex, Cidade do México, até 12/2
Fundada em 2002 por Zélika García, a feira de arte Zona Maco chega, em 2017, a sua 14º edição. Realizado anualmente, o evento é dividido em cinco seções: Geral, Novas Propostas, Zona Maco Sul, Arte Moderna e Desenho. Cada seção conta com um curador. Neste ano, a feira reúne 120 galerias e obras de mais de 1.500 artistas. A maioria dos expositores é do México, dos Estados Unidos e da Europa. O Brasil é representado pela galeria Vermelho, que participa da seção principal da feira.

“Estofo”, individual de Luiza Baldan na Anita Schwartz, Rio de Janeiro, de 16/3 a 28/4
A galeria apresenta uma série de produções inéditas da artista carioca Luiza Baldan, conhecida por trabalhar com a temática da memória e da cidade. A individual é composta por fotogravuras e suas matrizes, uma videoinstalação e um texto da artista. As obras são um desdobramento da pesquisa de Baldan na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Ela navegou no local durante mais de nove meses, com a frequência de duas vezes por semana, a bordo de um barco com uma equipe que monitora o lixo flutuante.

“Série Azul – Caretas de Maragojipe”, individual de João Farkas na Galeria Marcelo Guarnieri, Rio de Janeiro, até 11/3
Com curadoria de Diógenes Moura e Paulo Herkenhoff, a exposição reúne 30 imagens feitas pelo fotógrafo paulista João Farkas. As obras registram o carnaval em Maragojipe, pequena cidade no recôncavo baiano. A pesquisa para a série fotográfica começou há três anos, quando Farkas conheceu a tradicional festa, que recebeu o título de Patrimônio Imaterial do Estado por manter, até hoje, a tradição centenária dos chamados caretas, pessoas que se fantasiam com roupas coloridas e máscaras de pano. Nas fotos, os caretas aparecem à frente de um muro azul.

“Ofereço Companhia”, individual de Anna Costa e Silva na Galeria Superfície, São Paulo, até 11/3
Durante 21 dias, a artista carioca Anna Costa e Silva se disponibilizou a acompanhar qualquer pessoa, em qualquer atividade, 24 horas por dia. Foram mais de 30 encontros distintos, documentados por uma foto e por anotações. A exposição reúne as diversas repercussões desse processo: os anúncios, a agenda da artista durante os 21 dias, mensagens e e-mails. Com curadoria de Bernardo Mosqueira, a seleção reflete sobre as possibilidades de existência e encontro num centro urbano e os afetos que se apresentam a partir da proposta.
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“Refazer”, individual de Alexandre Arrechea, e “Metrópole”, na Galeria Nara Roesler, São Paulo, até 25/3
Para fevereiro, a galeria Nara Roesler apresenta duas exposições simultâneas. Em Refazer, o cubano fundador e membro, entre 1991 e 2003, do coletivo Los Carpinteros reúne cerca de 30 trabalhos. São grandes murais aplicados diretamente à parede da galeria, além de desenhos, aquarelas e esculturas que tratam do fim dos regimes socialistas. Já a coletiva Metrópole é composta por 28 obras que refletem sobre a convivência no espaço urbano. Estão na mostra obras de artistas como Cao Guimarães, Hélio Oiticica e Virginia de Medeiros.

“Capa em Cores”, mostra traz fotos coloridas de Robert Capa no Oi Futuro, Rio de Janeiro, até 9/4
A mostra exibe trabalhos menos conhecidos de Robert Capa. O fotógrafo húngaro ficou consagrado por suas imagens em preto e branco e pelas coberturas jornalísticas de momentos históricos, como a Guerra Civil Espanhola e o desembarque aliado na Normandia, em junho de 1944. Com curadoria de Cinthia Young, a exposição traz 140 fotografias coloridas produzidas em grande parte para revistas. Além de registros do cotidiano e ensaios de moda, a seleção incluiu retratos de famosos como Pablo Picasso, Ernest Hemingway e Roberto Rossellini.

“Anita Malfatti: 100 Anos de Arte Moderna”, retrospectiva da artista no Museu de Arte Moderna de São Paulo, até 30/4
O museu organiza uma retrospectiva da modernista Anita Malfatti (1889-1964). São cerca de 70 obras, entre pinturas e desenhos, abrangendo toda a trajetória da artista. Com curadoria de Regina Teixeira de Barros, a exposição é dividida em três partes: os anos iniciais que a consagraram como o “estopim do modernismo brasileiro”; a época de estudos em Paris e a produção naturalista; e, por fim, as pinturas com temas populares. A mostra marca ainda os cem anos da famosa exposição de Malfatti que chocou a elite paulista em 1917.
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