O piloto do avião que caiu com a delegação da Chapecoense e deixou 71 mortos na madrugada dessa terça-feira (29), Miguel Quiroga, era genro de Roger Pinto, ex-senador boliviano, asilado no Brasil desde 2013.
Pinto alega que foi alvo de perseguição política pelo presidente da Bolívia, Evo Morales após ter denunciado supostos atos de corrupção contra o governo. O político foi condenado na Bolívia a um ano de prisão por “abandono do dever” e por “dano econômico ao Estado”. Segundo a denúncia, ele foi responsável por prejuízo de mais de US$ 1,6 milhão aos cofres públicos em 2000, acusado de conceder recursos de maneira irregular à Universidade Amazônica de Pando. Ele responde ainda a cerca de 20 processos por desacato, venda de bens do Estado e corrupção.
Quiroga era um ex-oficial da Força Aérea Boliviana, casado com uma das filhas de Pinto e pai de três filhos.
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