Tag: Biblioteca Maldita
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[80 de100] As inviabilidades do amor e da possessão, segundo Ernesto Sábato
Publicado em 1948, o curto e singular “O Túnel” explora as dificuldades de comunicação que criam impressões não verdadeiras, geram conflitos e levam a situações extremas
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[79 de 100] O espírito libertário dos livros, segundo B. Traven
O misterioso autor de “O Tesouro de Sierra Madre” deixou grandes romances, como o hoje pouco lembrado “O Barco da Morte”, publicado em única edição no Brasil na década de 1960
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![[78 de 100] O amor obsessivo pelo homem, segundo Jean Genet](https://digitalnetworkbrasileiros.com.br/wp-content/uploads/2014/05/genet-125x125.jpg)
[78 de 100] O amor obsessivo pelo homem, segundo Jean Genet
Escrito na prisão francesa de Fresnes, em 1942, “Nossa Senhora das Flores”, primeiro livro do escritor, foi considerado por Sartre um dos três mais importantes romances “medievais” de todos os tempos
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![[76 de 100] Tudo que resta depois que a vida se vai, segundo Jeffrey Eugenides](https://digitalnetworkbrasileiros.com.br/wp-content/uploads/2014/05/virgens-125x125.jpg)
[76 de 100] Tudo que resta depois que a vida se vai, segundo Jeffrey Eugenides
Em seu ótimo romance de estreia, “Virgens Suicidas”, filmado por Sofia Copolla, escritor americano explora a perda da inocência e o conflito familiar em retrato de época inesquecível
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[75 de 100] Quando os vilões são como nós, segundo Patricia Highsmith
Em “O Amigo Americano”, escritora americana de romances policiais está na melhor forma com seu principal personagem, o amoral Tom Ripley, em sua terceira trama
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[74 de 100] As diabruras e as imprudências da juventude, segundo Jacques Cazotte
Guilhotinado em 1792, autor francês de “O Diabo Apaixonado” desafiou convenções religiosas com livros de temas sobrenaturais que fizeram dele um dos pais do realismo fantástico
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[73 de 100] Alegoria do psicodelismo tupiniquim, segundo José Agrippino de Paula
O cultuado romance “PanAmérica”, de 1967, é um liquidificador das tendências e dos movimentos mais vanguardistas da década de 1960, como a pop art americana, o cinema marginal e os happenings da contracultura
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[72 de 100] A relação entre os mortos e os vivos, segundo Juan Rulfo
Romance que consagrou a tradição latino-americana do realismo fantástico, a obra-prima “Pedro Páramo” induz o leitor a fazer uma profunda reflexão sobre a existência e o fim de tudo
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[71 de 100] A tênue linha entre a civilização e a barbárie, segundo William Golding
Um dos mais impressionantes livros já escritos sobre a natureza humana e seu comportamento social, lançado há 60 anos, “Senhor das Moscas” se mantém como uma leitura de grande impacto que beira o terror
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[70 de 100] A vida real pode ser fantástica, segundo Murilo Rubião
Perfeccionista, o escritor mineiro deixou apenas 50 narrativas curtas, publicadas entre 1947 e 1990, com destaque para “O Pirotécnico Zacarias”, que deu nome a seu livro mais popular
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[69 de 100] A liberdade é mais que uma calça jeans, segundo Roberto Freire
Em seu romance de estreia, “Cleo e Daniel”, de 1965, psicanalista eterniza um ainda vibrante retrato do comportamento da juventude nos intensos e seminais anos de 1960
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[68 de 100] Gritos e sussurros contra a moral, segundo Henry Miller
Romance publicado há 80 anos e censurado durante décadas por causa de sua abordagem sexual, “Trópico de Câncer” se impôs como obra inovadora da moderna literatura da primeira metade do século 20
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[67 de 100] O destino sempre manda recado, segundo James M. Cain
Talvez o melhor e mais influente romance “noir” já escrito, “O Destino Bate à Sua Porta” completa 80 anos em 2014, ainda vigoroso, com um história que vai além dos temas traição e maldade, fala da descrença na humanidade
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[66 de 100] A sutil ruína do casamento, segundo Paula Fox
Romance lançado no agitado ano de 1968, “Desesperados” resistiu ao tempo como um dos grandes livros daquela década, ao explorar o dramático fim do relacionamento de um casal de classe média de Nova York
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[64 de 100] Do talento de enganar o leitor, segundo Jorge Luiz Borges
Primeira experiência literária do mestre argentino, “História Universal da Infâmia” é um livro que faz ficção com vidas reais por meio do humor e da crueldade
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[63 de 100] O livre arbítrio acima de tudo, segundo Anthony Burgess
“Laranja Mecânica” antecipou a violência do movimento punk em 15 anos e se tornou um livro sempre atual por tratar de temas perenes como o combate à opressão do Estado
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[62 de 100] O mal de todas as guerras, segundo Erich Maria Remarque
O impressionante e breve “Nada de Novo no Front” continua a ser um dos romances pacifistas mais discutidos e republicados de todos os tempos, 85 anos após seu lançamento
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[61 de 100] A difícil travessia da adolescência, segundo J. D. Salinger
Com título incompreensível no Brasil, “O Apanhador no Campo de Centeio” deu voz e criou a cultura-jovem, quando os adultos ignoravam as necessidades de quem deixava a infância
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[60 de 100] A aflição de existir e de conviver, segundo Jean-Paul Sartre
Lançado há mais de 75 anos, romance símbolo do existencialismo e considerado pelo autor e pela crítica seu mais perfeito livro, “A Náusea” continua a ser um desafio para o leitor
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[58 de 100] Os prazeres e as futilidades de uma tradição, segundo Richard Brautigan
Publicado no auge da contracultura, em 1967, o livro “Pescar Truta na América” preserva sua ácida crítica ao estilo americano, por meio de anedotas sobre a vida cotidiana nos Estados Unidos