Categoria: AAA-Cinema
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Em novo filme, João Moreira Salles reflete sobre os descaminhos das utopias
O documentário “No Intenso Agora” trata dos movimentos políticos da década de 1960 a partir de um viés intimista
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Diário de um pistoleiro zen
Falecido no último dia 10, Nelson Xavier volta aos cinemas do País em “Comeback”, filme de estreia de Erico Rassi, que entra em cartaz no dia 25. Em reportagem de CULTURA!Brasileiros, o ator paulistano concedeu sua última entrevista
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Tragicomédia russa
Inspiradas em experiência real, Martha Nowill e Maria Manoella revivem as aventuras e desventuras de uma viagem a Moscou
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Jean-Claude Bernardet: a desconstrução de um mito
Aos 80 anos, o crítico de cinema fala com franqueza sobre a morte, os dilemas do cinema contemporâneo, seus novos projetos e ”A Destruição de Bernardet”, filme em que ele é retratado de maneira livre, alternando momentos quase oníricos a uma visão crua da velhice
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Capitão Fantástico, um choque entre a natureza e o consumismo
Em Capitão Fantástico, o pai interpretado por Viggo Mortensen cria seus filhos isolados na natureza com um método de educação ímpar. Tudo muda, porém, quando são obrigados a ir para a cidade grande
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A obra da cineasta Eliza Capai, uma viajante solitária
Munida apenas de uma câmera na mão e boas ideias na cabeça, a jornalista e cineasta viaja pelo planeta em busca de uma compreensão maior do outro e de si mesma
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‘Ken Loach mudou minha vida’
Antes desconhecido, o inglês Dave Johns conta à CULTURA!Brasileiros como estranhou a fama após protagonizar “Eu, Daniel Blake”, do diretor britânico
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Irandhir Santos, um operário do cinema
Aos 38 anos, 12 deles dedicados à sétima arte, Irandhir Santos brilha em Redemoinho, de José Luiz Villamarim, e contracena com Fernanda Montenegro em Piedade, de Cláudio Assis, seu 20° longa-metragem. Na entrevista a seguir, sensível e articulado, o ator fala de sua trajetória pessoal, de incursões no teatro e na TV e também da…
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Notas sobre “A Cidade Onde Envelheço”
O autor de Histórias Naturais: Ficções, eleito melhor livro de 2016 pelos colaboradores da CULTURA!Brasileiros, escreve sobre o filme de Marília Rocha, vencedor do Festival de Brasília
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Palestina Now
Um dos mais conhecidos cineastas palestinos, Hany Abu Assad conta como foi filmar em Gaza seu mais recente filme, “O Ídolo”
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Hotel Cambridge: ocupar e reexistir
Habitado por brasileiros e refugiados desde 2012, o espaço paulistano tem a rotina transformada por intervenções sociais e artísticas, como a realização de um longa-metragem da cineasta Eliane Caffé
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Provocação saudável
De passagem por São Paulo por conta do Festival de Cinema Francês Varilux, o ator e cineasta de origem marroquina Roschdy Zem fala sobre racismo e da adaptação que fará de “O Invasor”, filme brasileiro dirigido por Beto Brant
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Um mar de brasilidade, para o bem e para o mal
Ao reconstituir os 514 anos da capital fluminense, o documentário São Sebastião do Rio de Janeiro também retrata nossas mazelas históricas
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Rogério Sganzerla on-line: nos 70 anos do cineasta, veja dez filmes
Lista reúne curtas e longa-metragens que estão disponíveis em canais de streaming da internet
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O polêmico trajeto do sexo no cinema
Livro revê a pornografia dos filmes produzidos em uma época puritana, quando assuntos como sexo e sexualidade eram tabus, e faz uma cuidadosa análise sobre os sentidos artísticos e morais nas imagens do sexo, além de identificar o que se modificou e o que se manteve de antigamente na recepção do erótico e do pornográfico…
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Luiz Sérgio Person e seus múltiplos
Mostra em SP presta homenagem ao diretor e revela facetas pouco difundidas do autor de clássicos como “São Paulo S/A” e “O Caso dos Irmãos Naves”
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Vida de gado, vida de sonhos
Premiado no Festival de Veneza e em outras 13 mostras internacionais, “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, chega aos cinemas do País no dia 14
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Cinema como reflexão
Para driblar as agendas atribuladas de Fernando Meirelles, José Padilha e Walter Salles, propusemos desenvolver a entrevista a seguir em uma longa troca de e-mails. Espécie de mesa-redonda virtual, o diálogo entre nossos repórteres e três dos mais influentes cineastas do País reitera a importância de discutir temas universais pela ótica luminar da sétima arte
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Cronicamente viável
Depois de conquistar plateias ao redor do mundo com Que Horas Ela Volta?, a cineasta Anna Muylaert celebra agora o êxito de seu filme no Brasil. Indicado para representar o País na pré-seleção do Oscar 2016, o drama enaltece o combate à desigualdade social por meio da educação e dissemina otimismo em momento agudo
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Apesar dos tempos, “Que horas ela volta?” irrompe para afirmar que ódio não é consistente
O filme não tem um pingo de pieguice nem de emoção barata. A patroa é politicamente correta e diz à empregada que ela é como da família