Categoria: Blog Quintessência
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O violão soberano de Rosinha de Valença
Quintessência destaca hoje “Apresentando Rosinha de Valença” álbum de estreia, lançado pelo cultuado selo Elenco, que abriu caminho para a maior violonista do País
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João Donato, à vontade mesmo
Quintessência reverencia hoje Muito à Vontade clássico álbum, de 1962, produzido durante uma breve viagem do pianista ao Rio de Janeiro, quando ele ainda vivia nos EUA
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Aloysio de Oliveira: um revolucionário
Quintessência reverencia hoje o patrono da Elenco. De vida efêmera, mas atemporal, o lendário selo carioca criado por ele acolheu artistas essenciais para a modernização de nossa música popular
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O violão camisa 10 de Bola Sete
Lançado em 1963, em parceria com o pianista californiano Vince Guaraldi, Bola Sete and Friends, é um marco da influência bilateral entre a música popular brasileira e a americana
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Dizzy Gillespie também quis Mocotó
Encontro histórico do Trio Mocotó com Dizzy Gillespie, registrado no Brasil, em 1974, saiu do baú após quase quatro décadas
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A volta do Tim Maia “irracional”
Álbum homônimo de 1976 capitulou a era mística, sem abrir mão da qualidade musical da hoje cultuada fase Racional
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O desbunde tropicalista de Chico Anysio e Arnaud Rodrigues
E?, o primeiro álbum da dupla Baiano e os Novos Caetanos, de 1974, é retrato tragicômico de um Brasil oprimido pela ditadura e anestesiado com a fantasia do Milagre Econômico
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É Ferro na Boneca!: o chute na porta dos Novos Baianos
Gravado, em 1970, com os músicos do Leifs, que revelou Pepeu Gomes, o álbum de estreia do quarteto foi um dos embriões da intensa movimentação contracultural brasileira
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AI-5, Verocai e o nó na garganta
Lançado no tenebroso ano de 1972, e cultuado somente três décadas mais tarde, o primeiro álbum solo do maestro Arthur Verocai é um retrato pungente de dias sombrios, combatidos com lirismo e astúcia
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Cinco grandes álbuns da MPB
Conteúdo especial sobre os 50 anos de Samba Esquema Novo, de Jorge Ben Jor, e outras quatro reportagens sobre álbuns históricos
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A cadência selvagem de Edison Machado
Célebre pelo epíteto “Pai do Samba no Prato”, que enaltece apenas um de seus grandes feitos, Edison Machado foi um dos bateristas mais influentes para o jazz brasileiro
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20 anos sem Robson Jorge
Lançado pela Som Livre, o álbum “Robson Jorge e Lincoln Olivetti” consagrou o talento e a feliz parceria da dupla que marcou os anos 1980
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Airto Moreira: de Itaiópolis para o mundo
Lançado em 1973, nos EUA, Fingers consagrou o músico catarinense como um dos mais influentes percussionistas do jazz moderno
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O Rei do Ritmo na terra dos grandes bateristas
Há 50 anos Milton Banana debutava em carreira solo, e inventava um jeito novo e brasileiríssimo de lidar com as baquetas
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Raul de Souza: o “Rei do Embalo”, à vontade mesmo
A brilhante estreia de João José Pereira de Souza – ou melhor, Raulzinho, ou melhor, Raul de Souza
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União Black e o ano de ouro para o funk brasileiro
Banda Black Rio, Miguel de Deus, Gerson King Combo e União Black – hoje, destaque em Quintessência! – lançaram álbuns inspirados e fortaleceram o movimento Black Power no País
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A vanguarda de Luiz Carlos Vinhas
Novas Estruturas, a estreia solo do fundador do Bossa Três, consolidou o pianista como um dos mais importantes do País
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O transe negroide de Ogum e Xangô
Idealizado a partir de um encontro informal dos brasileiros com Cat Stevens e Eric Clapton, o álbum duplo “Gil & Jorge” é uma celebração ao livre improviso e à força de dois dos mais expressivos violões do País
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O sambalanço eletrificado de Orlandivo
Com arranjos requintados de João Donato, que também toca piano elétrico, Clavinet e sintetizadores, o álbum lançado em 1977 por Orlandivo é um convite à dança
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O Sérgio Mendes que o Brasil desconhece
Subestimado por muitos, a frente do sexteto Bossa Rio, o pianista niteroiense foi decisivo para os caminhos que a música instrumental brasileira tomaria a partir de 1963